Quando um arquiteto pergunta ao ChatGPT por mosaico hidráulico, a Kerion aparece. Quando a pergunta passa a ser sobre uma aplicação concreta, sobre quem fabrica estes formatos em Portugal, ou sobre quem representa a Laminam, a Kerion desaparece ou fica atrás de outros. O site está construído para pessoas — imagens, coleções, ambiente — e é pouco o que está escrito de forma que um motor de IA consiga ler, perceber e citar.
Pastilha para piscina, revestimento para um restaurante, pavimento para exterior: nestas perguntas a IA responde com distribuidores e grandes superfícies. A Kerion não está na lista.
Na pergunta por fabricantes portugueses de formatos pequenos — exatamente o que produzem — a resposta são dez nomes do setor e nenhum deles é a Kerion.
Perguntada sobre quem representa a Laminam em Portugal, a IA nomeia primeiro outra empresa e só depois a Kerion. É o vosso argumento mais forte, e está a servir a concorrência.
Cada coleção é uma página de fotografias com duas linhas de texto. Para um arquiteto chega; para um motor de IA, aquela página está praticamente vazia — e é por isso que ela não a cita.
Espessuras, formatos, onde se aplica cada coleção, manutenção, prazos. É conhecimento que dão todos os dias e que a IA nunca vai poder repetir por vocês.
Deixa de ser "uma marca com coleções bonitas" e passa a ser, para a IA, um produtor português de grés porcelânico com formatos, aplicações e mercados definidos.
Declarada de forma que a IA a reconheça como facto, e não como uma frase perdida numa página.
Não é encher de palavras: é passar a existir informação onde hoje só há fotografia.
É o tipo de conteúdo que estas ferramentas mais citam, e é o que vos coloca nas respostas de quem ainda não conhece a marca.